segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Um espasmo.
Em um mundo, onde se vê vários outros mundos, virados de cabeça para baixo, nada se prende no chão, mas cai, como se a força da gravidade o puxasse para cima. Num mundo em que nada se entende nem se compreende, repleto de magia, e de coisas estranhas. Nas entranhas do núcleo da terra. Se esquenta e nem se aparenta. Não é de fora para dentro, e sim de dentro para fora. Um grito, um espasmo, um susto, um estalo, um despertar, um acordar. Surge então a vontade de espreguiçar, de bocejar, de querer sair e não se sustentar no caminhar, que leva, à vida.
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