Eu me orgulhei de mim por muito tempo. Não valeu de nada, não teve
valor algum. E o incrível é que não foi para as outras pessoas, mas não teve
importância para mim mesmo!
Meu nome é Jhuan Neuber.
Nasci em 20 de fevereiro de 1994. O ano em
que o Brasil recebeu o 4º titulo de campeão. Nasci em ano de festa, de alegria
e em um lugar onde os olhos do mundo estava centrado. Entretanto para mim, não
foi tanta festa assim. Não foi algo tão legal como pensam que é. Eu cresci na
esperança de orgulhar meus pais, na esperança de que as pessoas me vissem como
um homem de fato. Quando criança eu falava que quando crescesse queria ser
pastor. A minha inocência me levava a acreditar que aquelas orações, impunha
força e autoridade. O que de fato não é mentira. Porém eu era só mais um entre
milhões!
Meu orgulho por mim mesmo, se tornou
decepção e acabou com minha própria alma. Me tornei um lixo aos meus próprios
olhos. Sem expectativa, sem sonhos, sem projetos, sem planos, sem nada...
Fui atingido por medo e dúvidas, por
pensamentos e desilusões. Meu maior devaneio era me encontrar na minha própria
mente. Me ocupando de mais por muito sonhar e nada realizar.
Decepções? Foi um marco meu na vida das
pessoas. Eu sempre achei que fui paciente até entender que paciência não quer
dizer nada quando se fala de mais. Calar-me foi a solução mais profunda e
dolorosa que tive que tomar... Não poder dizer que ama é horrível, quando eu
fui a decepção para com alguém.
-Esse garoto chamado Jhuan, pensa em ser
um alguém, um alguém que seja diferente, praticamente morrer e nascer
novamente. Mas isso seria atirar no escuro, mas morte por morte, é melhor
morrer tentando do que se sufocando nos próprios medos!
-Jhuan Neuber-
Nasci em 13 de outubro de 1496. Meu nome é Louis Pierre e nasci na
frança, era mercador e bastardo. Cresci com certos problemas, e me dei conta de
que a vida não era tão generosa comigo. Olhava-me no espelho e centrava no
vazio dos meus olhos, e no rancor que se sobrecarregava sobre a pele de meu
rosto. Sorri, sonhei e chorei. Chorei, sorri e alegrei-me. Martirizava-me e
sufocava minha própria alma vendo que não era bom que eu ficasse por perto de
pessoas normais. Andava cansado e cabisbaixo por entre as ruas buscava afagar
minha raiva e minhas dúvidas aos bares da cidade.
Passeava pela chuva na esperança de que um dia eu pudesse me lavar
dos olhos sanguinários de desprezo dos clientes e visitantes da corte.
Os anos se passaram e fui tomado por orgulho como se um copo se
enchesse com água por uma criança com sede. Eu já olhara no espelho e via não
mais um olhar vazio, mas via o reflexo do meu coração endurecido, me tomei por
um sorriso maquiavélico, e vi que então nasci para ficar sozinho.
Andava muitas vezes descalço pela lama, e então vi que estava
calejando também meu corpo, e então fui me tornando um monstro, mas não por
causa da minha aparência que havia com os anos se acabando, mas por que eu fui
escravo da vida e julgado como um cão. Envolvi-me nos meus próprios pesadelos e
matei meus sonhos como se fosse uma criança indefesa.
Em um final de tarde, aos longes vi montanhas e o sol se
escondendo desse mundo perverso, estava sentado sozinho, pensando na melhor
forma de acabar com minha própria vida. Então quando estava acabando minha
segunda garrafa de vinho, vi de vestido longo, cabelos negros e com uma voz
suave me dizendo. "Esse não é você". Foi como se eu tivesse voltado
aos meus momentos de reflexo ao espelho. Ela então me deu a mão e não falara
mais nada. Senti seu respirar e sua voz e aos poucos enturmando querendo saber
quem eu era.
Assustei-me com sua forma mansa e humilde de conversar. Nunca
ninguém tinha esse desprazer de conversar comigo, muito menos uma mulher. Aos
poucos fui me levando pela vontade de sorrir, eu estava bêbado, não conseguia
ficar um segundo se quer sem dizer que ela era linda. Ela sorria e dizia que eu
era louco... Talvez fosse.
Sem
perceber dormi naquele mesmo local e aquele momento sem nexo ficou na minha
cabeça. Passou dias e eu não a esquecia, sem saber seu nome, de onde era, o
porquê de estar naquele local... Mas eu tinha descoberto que meu reflexo não
era sobre mim, mas sobre as pessoas. Como elas são, e que não devia me matar
por elas, mas viver por mim... Eu era um monstro. -Jhuan Neuber-
Quando criança imaginava aquele Deus com uma barba branca, vestes
brancas com partes cinza e Ele caminhava por cima das nuvens. Eu via as nuvens
com formatos diferentes, uns nada a ver, e alguns com desenhos que na minha
mente parecia objetos que vejo e costumo ver no dia a dia.
Estava andando uma vez no banco traseiro do carro do meu pai e vi algo que nunca esqueci. Ao olhar pro céu e imaginar o porquê de tanta
pobreza no mundo e o porquê de tanta gente com caráter diferente e milhões de
pessoas no mundo sem saber que rumo ir e procurar um rumo e perder o caminho da
vida. E então minha imaginação levava-me a crer que nada faz sentindo quando
não olhamos para o céu pela busca insensata de querer buscar. Foi quando vi o
formato de um rosto de um homem, que impunha postura severa, mas as sombras que
faziam o formato dos olhos eram de compaixão e amor, mas amor de forma justa.
Percebi com o passar dos anos que eu via arte no céu, via vida na terra,
e via sopro nos ventos. As nuvens tinham qualquer formato, simplesmente porque
eu buscava por respostas e na minha mente criava um mundo pela qual somente eu
via e então me toquei que talvez isso seja apenas comigo, porque foi como eu
entendi que o céu é. É como ele deve ser simplesmente para nos mostrar que
existe arte no meio da verdade, e verdades no meio da arte, qualquer coisa pode
ser arte ou verdade, basta ser com pureza e sinceridade, mais nada! -Jhuan Neuber-
Poucas das músicas que gosto bastante, até pela sonoridade, voz, estilo e afins.
Jamie Lidell, britânico e cantor de soul, nasceu em 18 de Setembro de 1973. Gosto muito da sua forma de cantar e seu poder em controlar a voz. "Multiply", por incrível que pareça foi a primeira música que eu ouvi dele.
Outro cantor que gosto bastante, é o Ole Borud, pouco se sabe dele, eu desde quando o conheci sempre entro em sites de pesquisas e pouco é falado sobre esse artista. É um cantor Norueguês, nascido em 06/12/1976. E dizem rumores que ele começou como cantor Cristão, mas nunca achei tradução para as músicas dele, e não sei ao certo se é ou não, mas que as músicas dele são boas, isso é fato.
Eu não vou escrever sobre muitos cantores diferentes, e falar sobre tudo o que eu gosto, postei esses dois porque é uns exemplos claros do meu gosto musical no momento, seu bem eclético, mas gosto muito de coisas mais antigas, com um "ar", europeu e tal. Mas vou colocar mais 2 músicas que gosto bastante...
Caravan palace é bem legal, uma banda que costuma tocar em pubs (bares), toca e canta jazz, charleston e fazem aqueles shows de música e dança bem "da hora", o mais legal é que eles são todos ah moda retrô e vintage.
Sabe quando você é marcado por momentos e quando você sente nostalgia, até o cheiro de frutas, café, perfume ou qualquer coisa que exale cheiro você sente? Então... Essa música faz isso comigo, não me lembro de escutar sempre e nem de ter colocado para escutar, mas tinham momentos que passava na rádio e eu estava lá, em algum lugar. Fora que foi uma música "tema", do filme "Space Jam", Que foi um marco na vida de muita gente, por conta do Looney Tunes (Desenho distribuída pela Warner Bros) e o grande astro do Basquete Michael Jordan.
Então, essas são umas das poucas músicas que eu gosto bastante. Provavelmente falarei mais sobre músicas, projetos coreográficos em cima de algumas músicas que irei fazer. Mas essas 4 músicas mostram um pouco sobre meu gosto "eclético", mas segue uma mesma linhagem de vocal, tons e um pouco sobre tudo em relação a o que faz sentido em uma música, seja ela só pra escutar numa tarde de frio ou pra dançar.
"Em 1902 enterrei um objeto no jardim da minha casa na
esperança de que algum de meus herdeiros o achasse e pudesse dali fazer muitas
riquezas". - Com o passar do tempo percebi que esses herdeiros na verdade
podia nunca existir, e aquela casa? Poderia nunca ser da família nos próximos
séculos-
João Filho sempre fez planos, sempre
sonhou e sempre viveu por esperanças em favor do futuro.
Pobre, branco, meio ruivo, usava botinas
velhas, bermudas rasgadas de umas cores meio estranhas, com cor de barro, bege,
mostarda, e camisas listras ou toda básica com as mangas da camisa bem coladas.
A sua única diversão era um balanço feito de pneu velho do trator do pai. Ele
sempre se perguntava como seria viver fora dali. Seus sonhos iam além de querer
viver em outra cidade ou estado, viver para ele seria apenas construir uma casa
na árvore e todas as noites poder ouvir histórias de terror com seus colegas,
para João Filho, viver seria apenas crescer e ser um doutor, ou xerife da
região, viver seria apenas, não comer pão seco e comida de uma semana, mas por
seu esforço, ter coisas boas e poder dá aos seus filhos algo melhor que seus
pais os deram.
O sorriso era inevitável, a alegria
surreal de uma alma rica tomada por um corpo tão pobre, imaginações incríveis que
eram inadmissíveis por seus colegas de mesma classe social. Mas isso tudo seria
lembrado, e o que marcaria seria sua forma simples de se vestir, suas botinas,
suas bermudas encardidas e suas camisas listradas que fazia todos perceberem
que João Filho era um garoto pobre, mas por seu coração grande e sua vontade de
fazer alguém rico, o fez enterrar no jardim de sua casa sonhos que jamais
seriam esquecidos. -Jhuan Neuber-
Lá se vai mais um dia, um dia em que tudo parecia normal, em que tudo se fazia normal. Lá se vai, vai sei lá, sei lá se vai, "cê" vai lá? Lá vai. É, eu sei, a vida tem nos pregado peças, gargalhado de nossa "cara", sempre nos iludindo. Aprendi que não devo simplesmente aprender com a vida, mas viver e ensinar para aprender. Como em tempos de guerra pessoas matam para sobreviver. O abraço por mais que pareça bom e duradouro, a noite vai chegar, ou, vai amanhecer o dia. O que eu quero dizer com isso? "Os dias vão se passar, e basta, provavelmente isso explique tudo". Mas o tudo não é nada, e o que devemos então fazer, é nadar na imensidão do oceano, e mudar o mundo. Chega de partir, de repartir, chegar pra partir? Não. Estou cansado de partir, de me ver repartir. CHEGA, chega, chega. Vejo o dia, dia após dia, aproposito do dia, dia a dia, que não tem propósito, mas tem o dia, sendo espremido pela vida que via, via a vida, a vida que via, que vida em dona via?! A via, aquela... Rodovia, que se vira na vida e viva a vida, vida por viva, que viva e viva e viva... A vida.