Quando criança imaginava aquele Deus com uma barba branca, vestes brancas com partes cinza e Ele caminhava por cima das nuvens. Eu via as nuvens com formatos diferentes, uns nada a ver, e alguns com desenhos que na minha mente parecia objetos que vejo e costumo ver no dia a dia.
Estava andando uma vez no banco traseiro do carro do meu pai e vi algo que nunca esqueci. Ao olhar pro céu e imaginar o porquê de tanta
pobreza no mundo e o porquê de tanta gente com caráter diferente e milhões de
pessoas no mundo sem saber que rumo ir e procurar um rumo e perder o caminho da
vida. E então minha imaginação levava-me a crer que nada faz sentindo quando
não olhamos para o céu pela busca insensata de querer buscar. Foi quando vi o
formato de um rosto de um homem, que impunha postura severa, mas as sombras que
faziam o formato dos olhos eram de compaixão e amor, mas amor de forma justa.
Percebi com o passar dos anos que eu via arte no céu, via vida na terra,
e via sopro nos ventos. As nuvens tinham qualquer formato, simplesmente porque
eu buscava por respostas e na minha mente criava um mundo pela qual somente eu
via e então me toquei que talvez isso seja apenas comigo, porque foi como eu
entendi que o céu é. É como ele deve ser simplesmente para nos mostrar que
existe arte no meio da verdade, e verdades no meio da arte, qualquer coisa pode
ser arte ou verdade, basta ser com pureza e sinceridade, mais nada!
-Jhuan Neuber-
-Jhuan Neuber-

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